O primeiro parágrafo explica que decisões sobre repartição de recursos são frequentemente influenciadas por variáveis macroeconómicas, como taxas de juro, inflação e crescimento económico. Relatórios de bancos centrais, organismos internacionais e instituições de pesquisa fornecem dados que ajudam a enquadrar estas variáveis, embora não permitam prever com certeza a evolução futura de mercados ou ativos específicos.
O segundo parágrafo aborda a incerteza associada a choques imprevistos, como crises financeiras, eventos geopolíticos ou alterações regulatórias significativas. Estes acontecimentos podem afetar simultaneamente várias classes de ativos e regiões, reduzindo temporariamente os benefícios esperados de diversificação. A descrição sublinha que tais riscos sistémicos fazem parte do contexto em que qualquer estrutura de alocação de ativos é avaliada.